Cuidado com peças automotivas falsificadas

Cuidado com peças automotivas falsificadas

Comprar peças automotivas falsificadas pode até parecer interessante financeiramente, mas elas não seguem critérios de segurança adequados nem passam por testes obrigatórios ao serem fabricadas. Consequentemente, trazem muito mais problemas ao cumprir suas funções, apresentando menor desempenho e colocando em risco você e as pessoas a sua volta.

Segundo a Associação Brasileira de Combate à Falsificação (ABCF), as autopeças lideram o ranking das falsificações, totalizando prejuízo de aproximadamente R$ 3,2 bilhões por ano. Abaixo estão os dez componentes mais falsificados e pirateados do setor:

  1. Vidros
  2. Lâmpadas
  3. Velas
  4. Rolamentos
  5. Bronzinas
  6. Anéis de pistão
  7. Retentores
  8. Amortecedores
  9. Filtros de óleo
  10. Rodas automotivas
Como identificar um produto falsificado?
  • Preste atenção no preço do produto. Lembre-se que os revendedores podem trabalhar com uma margem de desconto, mas desconfie se o valor for 20% abaixo das demais lojas.
  • A embalagem da peça deve estar em perfeito estado, ou seja, com impressão, selos e outras formas de identificação (tais como código de barras, lote e origem) totalmente legíveis.
  • Verifique se o componente tem o selo do Inmetro e lembre-se de que para ser vendida no país, qualquer peça importada deve conter os dados do importador (CNPJ e endereço) e instruções em português.
  • Falhas de impressão ou marcas de adulteração são um sinal relevante de peças automotivas falsificadas. Normalmente, mínimos defeitos impedem que o produto original passe no controle de qualidade.
  • Exija nota fiscal, pois, se for necessário, você poderá fazer uma reclamação no Procon e até entrar com uma ação judicial por parte do consumidor.

 

Por último, mas não menos importante, é fundamental que você busque um serviço de confiança e profissionais capazes de realizar um diagnóstico preciso e responsável.

Pense na sua segurança!

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