Apostas brasileiras que deixaram a desejar na Fórmula 1

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Graças a um dos maiores pilotos de todos os tempos, Ayrton Senna, o Brasil ficou conhecido no mundo todo como um dos países mais importantes na Fórmula 1, sendo o terceiro com mais títulos na história do esporte.

Mas com de exceção de Rubens Barrichello e Felipe Massa, ambos vice-campeões mundiais, alguns novos pilotos não têm mostrado tanta intimidade com o pódio. Alguns deles talvez tenham até sofrido pressão demais, por terem nomes conhecidos e certa “obrigação” em fazer bonito nas pistas:

Bruno Senna carrega um dos sobrenomes mais importantes do automobilismo, mas não conseguiu seguir os passos do tio na Fórmula 1. Tendo somado apenas 33 pontos em 46 Grandes Prêmios, o jovem de 29 anos decidiu mudar de categoria, começando 2013 no Mundial de Endurance, com provas de longa duração que variam de seis a 24 horas.

Ricardo Zonta foi destaque como corredor de kart na infância, motivo pelo qual foi contratado como piloto de testes da MacLaren. Entretanto, mesmo tendo participado de 36 Grandes Prêmios, o curitibano marcou apenas três pontos, que não foram suficientes para manter sua carreira na Fórmula 1.

Nelsinho Piquet não teve uma passagem muito promissora pela F1, com sua imagem associada ao escândalo envolvendo um acidente para beneficiar Fernando Alonso, na época seu companheiro de equipe. Depois de tentar alavancar a carreira na Nascar, Nelsinho disputou a Copa Chevrolet Montana como piloto convidado, conseguindo o pódio em segundo lugar.

Tarso Marques estreou na F1 em 1996, depois de ser considerado o piloto mais jovem a vencer uma corrida F-Chevrolet. Cinco anos depois e sem marcar nenhum ponto nos 24 Grandes Prêmios dos quais participou, o curitibano resolveu largar a categoria e se dedicar a outras atividades.

Veja também: Os 10 melhores pilotos de 2012.

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